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DEBUSSY MOZART Y RAVEL FILARMÓNICOS. Posted on abril 11, 2012 by Gilberto Ponce Vera FRANCESES Y MOZART EN LA FILARMÓNICA.
DEBUSSY MOZART Y RAVEL FILARMÓNICOS.
11 apr 2012
Gilberto Ponce Vera
FRANCESES Y MOZART EN LA FILARMÓNICA.

Luego se interpretó el “Concierto para violín y orquesta Nº 5 en La mayor. K. 129” de Wolfgang Amadeus Mozart, interviniendo el estupendo violinista italiano Emmanuele Baldini.

En su interpretación, Calderon tuvo la virtud, de adecuarse muy bien al concepto y tempi de Baldini, logrando una sólida unidad, que se manifestó en los perfectos diálogos entre solista y los instrumentos.

Baldini, mostró hermoso sonido, buscando intencionalidades sonoras de gran interés, juega con las melodías, frasea elegantemente, permitiéndose mostrar su virtuosismo en las Cadenzas, pero el valor mayor, lo encontramos en su capacidad expresiva, en riguroso estilo clásico.

Los diálogos con la orquesta, fueron sensibles y en total comunión, realzando contrastes dinámicos y expresivos.


Bellísima, fue la introducción orquestal del segundo movimiento, con sonoridad mágica, permitiendo el sensible ingreso del violín; sin duda este movimiento dejó casi suspendido al público, por su poética belleza.

El carácter del “Rondó” final, fue marcado por las primeras frases del solista, y complementado por la orquesta, aún más, cada repetición, fue sutilmente diferente; no podemos dejar de mencionar el estupendo cometido de cornos y oboes, por su elegancia y musicalidad.

Seguramente a Baldini, le habría gustado un poco más rápida la sección “alla turca” que es el gran contraste que plantea Mozart, pero esto se corrigió, cuando a él, le correspondió marcar pulso, contando con la colaboración de Calderon, que siempre estuvo alerta a la interpretación del solista, demás está decir, que en esta sección, Baldini, se permitió una serie de juegos, en timbre y arcos.

El alado final, arrancó las más efusivas ovaciones del público, respondiendo el solista, con un virtuoso “encore”, cuyo nombre y autor desconocemos, pues no fue anunciado.
Osesp em Partes
por João Marcos Coelho
12 NOV 2011
Orquestra lança dois primeiros álbuns de música de câmara; uma herança bendita da era Neschling

Aos poucos, percebe-se concretamente o alcance da era Neschling na Osesp. Um planejamento tão bem feito que levou a orquestra, nos últimos dois anos, já sem ele, a conquistar inúmeros prêmios e distinções nas publicações internacionais por gravações concebidas e/ou realizadas em seu período. É um fertilíssimo baú - herança bendita do maestro que reinventou a Osesp e a elevou ao patamar que ora desfruta. Agora mesmo, a orquestra chancela seus dois primeiros lançamentos de música camerística em CDs do selo Biscoito Fino.

Num deles, o Quarteto Osesp, acompanhado pelo pianista Ricardo Castro, interpreta os quintetos para piano e cordas de Schumann e Dvorák. No outro, o spalla da orquestra e também líder do Quarteto Osesp Emmanuele Baldini interpreta três sonatas de Camargo Guarnieri, acompanhado pela pianista da casa, Dana Radu.

A bem-vinda iniciativa combina em doses equilibradas o grande repertório europeu com um notável compositor brasileiro. Alimenta-se de registros feitos entre julho de 2008 e abril de 2009 na Sala São Paulo (Neschling foi demitido em janeiro de 2009). É uma avenida que precisa ser estimulada com outros CDs.
O Estado de S. Paulo
Entrevista com Emmanuele Baldini
por Protásio Moraes/OEMT
VIOLINO VERMELHO
01 OCT 2011

“A orquestra que toca bem a obra de Felix Mendelssohn, Samuel Barber e Beethoven é capaz de tocar bem qualquer coisa”, disse o maestro Leandro Carvalho, referindo-se a dificuldade técnica do repertório que será apresentado pela Orquestra de Mato Grosso, nos próximos dias 28 e 29 de agosto, às 20 horas e 19 horas, respectivamente no Cine Teatro Cuiabá, pela série de Concertos Oficiais.

Com formação sinfônica, a OEMT contará com quarenta instrumentistas de várias partes do país e do mundo. Entre os músicos que virão para os Concertos Oficiais de agosto estará o violinista Emmanuele Baldini, atual spalla da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e membro do quarteto de cordas da OSESP.

Nascido na cidade de Trieste, na Itália, Emmanuele Baldini venceu o primeiro concurso internacional aos 12 anos de idade, e mais tarde, o Virtuositè de Genebra e o primeiro prêmio do Forum Junger Künstle de Viena. Apresentou-se em recitais nas principais cidades européias e participou de longas turnês pela América do Sul, Estados Unidos, Europa, Austrália e Japão.

Orquestra do Mato Grosso homenageia compositor mineiro
Correio de Uberândia
29 SET 2011

A Orquestra do Estado de Mato Grosso (OEMT) presta homenagem a um compositor mineiro nos próximos dias 1º e 2 de outubro no Cine Teatro Cuiabá. Recriações dos 26 prelúdios de Flausino do Vale (1864-1954) fazem parte dos Concertos Oficias da orquestra.

“A ideia de recriar peças a partir dos prelúdios de Flausino Vale é diferente e vai enriquecer a música brasileira. A divulgação da obra dele, que há anos ficou esquecido e que vive uma nova juventude é estímulo para jovens compositores”, afirma Emmanuele Baldini, violinista italiano convidado para os Concertos Oficias de outubro.
Correio de Uberlândia
Flausino Vale será novo homenageado
COTIDIANO / ORQUESTRA DE MT
22 SET 2011

OEMT exibe recriações a partir dos prelúdios característicos de Flausino Vale nos Concertos Oficias de outubro (01 e 02 no Cine Teatro Cuiabá) e grava álbum histórico para música brasileira.

Inquieto e autodidata, Flausino Vale sabia com ninguém transmitir o "espírito brasileiro" em suas composições inserindo as festas de São João, os cantos dos sabiás e as porteiras das fazendas mineiras em suas músicas. Dessa maneira, colocou o violino brasileiro no circuito internacional e desenvolveu novas didáticas para instrumento. Certa vez, Heitor Villa-Lobos, admirado por sua música e sagacidades em levar o seu Brasil nas composições, disse que Flausino era "Uma extraordinária revelação de arte". Sua obra mais importante foi o conjunto de 26 prelúdios característicos e concertantes para violino só, que começou a ser escrito em 1922 e é até hoje é uma referência da musicografia violinística nacional.

Inspirada pela obra de Flausino Vale, a OEMT escalou importantes compositores da nova geração como André Mehmari, Arthur Barbosa, Danilo Guanais, Dimitri Cervo, Marco Cesar, Paulo Aragão, Roberto Corrêa e Rodrigo Bustamante e lançou-lhes um grande desafio: compor obras para orquestra a partir do universo flausiniano, levando por base os 26 prelúdios. Desafio aceito, esta será a primeira vez que alguns desses prelúdios terão arranjos para orquestra. A estreia mundial dessas novas oito obras da música brasileira será nos dias 01 e 02 de outubro, no Cine Teatro Cuiabá e contará com a participação ilustre do violinista italiano Emmanuelle Baldini e do violeiro Roberto Corrêa. Após as apresentações da série de Concertos Oficiais, a Orquestra de Mato Grosso entra em estúdio para um momento histórico, a gravação de seu 5º álbum, dedicado a recriações dos prelúdios de Flausino Vale.
Próximos concertos da Ospa serão regidos por Emmanuele Baldini

Os próximos dois concertos da Ospa serão regidos pelo maestro italiano, radicado no Brasil, Emmanuele Baldini, atual spalla da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo).

O primeiro é o Concerto para Juventude, que ocorre no domingo (25), às 11h, no Salão de Atos da Ufrgs. O segundo é o 20º Concerto Oficial, que será realizado na terça-feira (27), às 20h30min, na Igreja Nossa Senhora de Lourdes (Rua General Caldwell, 1022 - Porto Alegre). Os dois espetáculos têm entrada franca.

No domingo, serão executadas Concerto “L’Estate” (O Verão – das Quatro Estações), uma das obras mais famosas de Antonio Vivaldi (1678-1741); em seguida, o primeiro movimento de Concerto para Violino e Orquestra, de L. Van Beethoven (1770-1827); e, por último, Bachiana Brasileira nº 4, de H. Villa Lobos (1887-1959).

Já na terça-feira (27), o programa do 20º Concerto Oficial traz Concerto para Violino e Orquestra, de L. Van Beethoven com solo e regência de Baldini, Overture, Scherzo e Finale, op. 52, de Robert Schumann (1810 -1856); e Bachiana Brasileira nº 4, de Villa Lobos.

Além de spalla da Osesp, Emmanuele Baldini é membro do Quarteto de Cordas Osesp. Nascido em Trieste, na Itália, iniciou os estudos de violino com Bruno Polli e em seguida aperfeiçoou-se na classe de virtuosidade de Corrado Romano em Genebra, com Ruggiero Ricciem Berlim e Salzburgo e, em música de câmara, com o Trio de Trieste e com Franco Rossi, violoncelista do Quartetto Italiano.

Venceu o primeiro concurso internacional aos 12 anos de idade e, mais tarde, o Virtuositè de Genebra e o primeiro prêmio do Fórum Junger Künstler de Viena. Apresentou-se em recitais nas principais cidades italianas e européias e participou de longas turnês pela América do Sul, Estados Unidos, Europa, Austrália e Japão.
Sinfônica Conservatório de Tatuí e Emmanuele Baldini
Escrito por Elza Costa
15 JUN 2011

Orquestra Sinfônica recebe convidados especiais dia 19 de junho
Dario Sotelo será regente e o violinista Emmanuele Baldini será o solista da noite

A Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí, uma instituição do Governo do Estado de São Paulo, recebe dois convidados no concerto agendado para as 20h30 do próximo dia 19 de junho, no Teatro Procópio Ferreira. No concerto dessa noite, o maestro Dario Sotelo rege como convidado a orquestra que acompanhará o solista Emmanuele Baldini (violino). Esta será a primeira apresentação deste ano do spalla da Osesp à frente da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí.

Dario Sotelo é regente titular da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí e professor da mesma instituição.
Músico italiano Emmanuele Baldini é indicado como destaque do ano da Itália no Brasil
11 FEV 2011

O músico italiano Emmanuelle Baldini foi surpreendido nesta quarta-feira (09/02) com a notícia da homenagem que receberá no mês de abril. Ele foi indicado pelo governo italiano como uma das referências neste ano da Itália no Brasil – 2011. Integrante da Orquestra Sinfônica de São Paulo, o regente e violinista é um dos professores do I Festival Internacional Sesc de Música, que segue até 19 de fevereiro em Pelotas.

Em Pelotas, Baldini é professor de uma das classes de violino, que acontecem todas as manhãs, entre 9h e 12h, em uma das salas do Senac Pelotas (rua Gonçalves Chaves, 602). “É um privilégio estar nesta cidade e participar da primeira edição deste festival. Entendo que um dos grandes diferenciais deste evento seja o intercâmbio entre os estudantes e os professores não só do Brasil, mas também do Mercosul e de outras partes do mundo”, explica Baldini. Sobre as aulas que está ministrando, o músico informa que o trabalho dos estudantes é de qualidade e que estão se desenvolvendo bem. “Muitos alunos têm um trabalho já bem aprimorado em relação à prática de violino. Contribuir com eles, incentivando e disseminando também a musicalização junto à comunidade é uma alegria”, conclui o músico, enquanto manuseia um dos instrumentos que utiliza em suas aulas – um raro violino de 1772.

No domingo (13/02), às 21h, Baldini comanda o Concerto “Orquestra Acadêmica”. O espetáculo, que acontece no Teatro Guarany, terá a participação de Alexander Baillie – Violoncelo (Shostakovich – Concerto Nº 1 Op. 109 e Mendelssohn – Sinfonia 4 “Italiana”).
Trieste non si accorge dei suoi talenti
13 DEZ 2010
Martina Seleni (il Piccolo di Trieste)

Una città con un pubblico ancora avido per l'arte, ma in cui ormai pochi grandi musicisti fanno tappa. Un teatro meraviglioso che si dimentica che, fra chi ci lavora, ci sono anche degli ottimi interpreti. Una grande tradizione cameristica che sta morendo... È questa la visione di Trieste per uno dei più brillanti musicisti che la città abbia sfornato. Si tratta del violinista Emmanuele Baldini, già spalla del Verdi, che oggi vive e lavora in Brasile, come primo violino dell'Orchestra di San Paolo.
Emmanuele è cresciuto in una famiglia di musicisti. Il papà Lorenzo è stato uno dei più stimati professori di pianoforte al Tartini, e anche la mamma Eletta insegnava al Conservatorio. «Ho sempre vissuto musica», racconta. «Appena nato, ho potuto assorbire l'integrale di Schubert e di Schumann, che mio padre studiava per ore e ore. Anche mia madre, spesso, si sedeva al piano per ”rileggere” i suoi cavalli di battaglia... Pochi anni dopo, ero io che duettavo con loro».
Il percorso di studi del giovane violinista inizia con Bruno Polli, e prosegue fino all'incontro con Corrado Romano, il professore più completo che Emmanuele abbia avuto. «Dopo aver concluso il corso di studi a Ginevra, vincendo il Primo premio ”Virtuositè” con menzione - continua - sono andato a perfezionarmi con Ruggiero Ricci a Salisburgo e Berlino. Nella musica da camera, di grande ispirazione sono state le lezioni con il Trio di Trieste e con Franco Rossi, il violoncellista del Quartetto Italiano. Il ricordo del Trio? Lo stesso che ho del Quartetto: musicisti veri, senza compromessi, l'arte come unico obiettivo. Figure di una civiltà che è morta. Ma intendiamoci, non è morta da sola: l'hanno uccisa».
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